Os nossos livros, novos e mais antigos, viajaram até à Feira do Livro de Braga

Braga

O Parque de Exposições de Braga alberga a partir de hoje, e até ao próximo dia 9 de dezembro, a 21.ª Edição da Feira do Livro de Braga.

«Há duas décadas presente nas agendas culturais, o evento vem robustecer a dinâmica do mercado mas também mostrar as transformações por que ele está a passar e dar uma visão de futuro. A nova Feira do Livro de Braga afirma-se como uma marca para perdurar no tempo e no espírito, proporcionando novas sensações e construindo uma imagem de vanguarda. Rompe com os conceitos mais clássicos de “feira do livro” e destaca-se de entre os melhores eventos do género. Os seus protagonistas – profissionais e visitantes – serão os pioneiros de uma nova forma de estar no setor do livro e da leitura.»

A Booksmile, Nascente, Topseller e Vogais vão ter muitos dos seus livros à venda, nomeadamente algumas coleções bestseller como O Diário de um Banana e Princesa Poppy, livros com preços atrativos sobre os mais variados temas e destinados a diferentes idades (infantis, juvenis, espiritualidades, etc…) e ainda algumas novidades como Um Dia Difícil, Alex Cross, Maximum Ride e Perseguição Escaldante.

Horários da feira:
Segunda a quinta-feira: das 16h às 22h30
Sextas-feiras: das 16h às 23h
Sábados: das 10h às 23h
Domingos: das 10h às 20h

Eis uma excelente oportunidade para fazer compras de Natal, para miúdos e graúdos. A Feira do Livro de Braga fica à vossa espera. Consulte o calendário de eventos, aqui. Boas leituras!

Palmela recebe visita de Sofia Loureiro, autora do “Guia de Remédios Naturais para Crianças”

Sofia Loureiro vai estar na Biblioteca Municipal de Palmela no dia 1 de dezembro, às 16 horas, para uma conversa animada e didática sobre a forma como podemos tratar algumas das doenças mais comuns nas crianças, recorrendo a terapias naturais. A entrada é livre.

A autora de Guia de Remédios Naturais para Crianças, Sofia Loureiro vai falar sobre alimentação saudável, plantas medicinais, aromaterapia, hidroterapia, homeopatia, massagem e geoterapia, entre outros temas abordados no livro.

Aproveitando a presença de Sofia Loureiro, a organização do evento irá falar «sobre o modo como podemos criar uma geração de crianças saudáveis e motivadas, num contexto global de reflexão sobre a nossa interação com o mundo e sobre os problemas que afetam o planeta e a nossa saúde, caso dos pesticidas, dos plásticos, dos medicamentos de síntese, entre outros.» A iniciativa contará, também, com uma mostra de produtos utilizados nas terapias naturais, como óleos essenciais, florais de Bach, suplementos alimentares e argilas.

Capa Guia de Remédios Naturais para Crianças

A saúde dos filhos constitui uma das grandes preocupações da vida dos pais, já que, apesar da sua grande vitalidade, por vezes sofrem quebras no seu bem-estar. E nas últimas décadas tem-se observado um aumento da procura de tratamentos simples e naturais para prevenir e tratar as queixas mais comuns das crianças.

Os remédios naturais são uma excelente opção, pois contribuem para reduzir a intensidade e frequência das queixas, para aliviar o desconforto e para prevenir as complicações. Este é um guia completo e detalhado de remédios naturais para crianças, pleno de sobre mais de uma centena de queixas de saúde das crianças, para consultar sempre que necessário.
Para além dos conselhos práticos, este guia inclui uma introdução às terapias naturais, sugestões para a organização de um «kit natural» e notas sobre hábitos saudáveis, entre outros temas importantes para a saúde física, mental e emocional da criança. Um livro imprescindível, para ter sempre à mão.

Sofia Loureiro é licenciada em biotecnologia, doutorada em química do ambiente e especialista em terapias naturais. Os vários anos dedicados à investigação científica e a publicação de artigos, juntamente com os conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação em diversas disciplinas de terapias naturais (naturopatia, homeopatia, aurículo-acupunctura, etc.), concorreram para o rigor essencial à redação desta obra abrangente e detalhada. A sua dedicação ativa às terapias naturais manifesta-se através de artigos de divulgação e da participação em palestras.

Veja alguns exemplos do interior do livro e leia o prefácio a atriz Joana Seixas aqui .

Miriam Akhtar vem a Portugal falar sobre Felicidade

Miriam Akhtar, autora de Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva vai estar em Portugal nos dias 13 e 14 de dezembro, como convidada especial no 7º Congresso Internacional Espaço t – “A Felicidade”.

Depois da conferência no dia 13, às 10 horas – “Onde Fica a Felicidade”, Miriam Akhtar vai estar disponível para falar e autografar o livro Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva, que estará à venda no local do evento. Para mais informações sobre o congresso- inscrição, agenda e participantes, visite o site do Espaço t .

Capa Vencer a Depressão com a Psicologia PositivaA depressão afeta um em cada cinco portugueses, e pode ser responsável anualmente por mais de 1200 mortes. Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva é o primeiro livro a explicar como tratar a depressão com a inovadora e eficaz abordagem da Psicologia Positiva. Uma abordagem muito fácil de compreender, intuitiva e cientificamente comprovada.

. Inclui exercícios práticos de autoajuda que mudarão a sua vida;

  • . Baseia-se nos mais recentes estudos científicos sobre bem-estar

. Revela estratégias eficazes para ultrapassar a depressão e abraçar a felicidade

«Pioneiro na aplicação dos métodos da Psicologia Positiva no tratamento da depressão, este é um livro claro, cativante e esclarecedor.»
Dra. Ilona Boniwell, diretora do primeiro mestrado em Psicologia Positiva Aplicada na Europa

Congresso

 

Dia 13

 

Feira do Livro do Porto já arrancou

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Aí está aí a 82.ª Feira do Livro do Porto. A partir de hoje, e ao longo de 18 dias, a Avenida dos Aliados será palco de conversas com autores, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos, mas também de concertos e sessões de cinema ao ar livre.

O horário da feira é este ano uma vez mais alargado: de 2.ª a 6.ª Feira, a abertura é às 12h30; Sábado, Domingo, Feriados e Dia da Criança às 11h00. De Domingo a Quinta-feira, a Feira encerra às 23h00; Sextas, Sábados e vésperas de Feriado às 24h00.

À semelhança do que aconteceu na Feira do Livro de Lisboa (ler notícia aqui), não teremos stand próprio, estando representados pela distribuidora Contramargem (basta procurar por Ariana nas placas de identificação dos pavilhões).

Mas não vai ser nada difícil encontrar os nossos livros. Sem qualquer tipo de provocações, é o vermelho que sobressai num canto da Avenida. Foi assim a montagem…

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Muitos livros, para miúdos e graúdos, grandes descontos (livros desde 1 euro), e animação garantida, proporcionada pelo suspeito do costume. Greg, o banana mais famoso do mundo, vai estar no pavilhão nos dias 2, 3, 9, 10, 16 e 17, das 15h às 18h30, para autografar os livros da coleção O Diário de um Banana (os comprados na Feira e os que a criançada trouxer de casa). E, para quem já tiver a coleção inteira, o Greg lá estará para autografar o que quiserem – temos uns marcadores giros para oferecer.

Visitem-nos!

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Balanço da Feira do Livro de Lisboa 2011

ImageTerminou no Domingo a Feira do Livro de Lisboa, edição 2011. Foi apenas o nosso segundo ano de presença na Feira, desta vez com um pavilhão duplo em vez de dois simples, juntando as nossas chancelas Booksmile, Nascente e Vogais.

Já venho um pouco atrasado para escrever o nosso balanço e análise, mas aqui fica.

1. Números

Este ano a feira não teve direito a uma semana de prolongamento, como no ano passado, porque não fez tanto mau tempo. Ainda assim, o nosso volume de vendas manteve-se praticamente inalterado (menos 0,5% de receita de caixa – terei todo o prazer em revelar o valor aos editores que mo peçam).

O objectivo do pavilhão centrou-se prioritariamente em promoções de preço (para títulos descatalogados), e secundariamente em colecções best-sellers. Isso traduziu-se em descontos sobre o PVP original que variaram entre 10% (para as colecções conhecidas e best-sellers) e 92% (para 2 títulos que colocámos a 1€).

O PVP médio ponderado foi de 8,14€, incluindo um desconto médio ponderado de 35%.

O top 10 de vendas em quantidade foi constituído por 5 títulos com 10% de desconto e 5 títulos com 55% a 92% de desconto. O top 10 de vendas em valor foi constituído por 6 títulos com 10% de desconto e 4 títulos com 55% a 70% de desconto.

Isto quer dizer o seguinte, e é assim que eu analiso a atitude de consumo dos visitantes da Feira:

Os visitantes ou compram títulos conhecidos sem olharem ao desconto, ou compram títulos desconhecidos se tiverem grandes descontos.

No meio destes dois extremos, o papel do desconto tradicional de 20% torna-se meramente simbólico como caracterizador do lado discount da Feira. E por isso é que a hora H funciona, devido ao grande desconto que dá.

2. Análise

Para uma editora, a Feira do Livro de Lisboa (e a do Porto) servirá para um ou mais destes objectivos:

  1. Obter receitas e lucros
  2. Liquidar títulos descatalogados
  3. Fazer montra dos títulos
  4. Aproximar os autores dos leitores
  5. Mostrar-se
  6. Ajudar a promover o livro em geral

Para nós, se não fosse o último ponto, a Feira não teria razão de ser. A Feira representa apenas 1% a 2% das nossas vendas e lucros anuais, que não compensam a perda de vendas sofrida pelo retalho nem o antagonismo com que ele retribui. A Feira não tem tráfego suficiente para escoar os monos. E a Feira não é o meio mais eficaz, em termos de custo por contacto e de recordação, de publicitar os nossos títulos e fazer chegar os autores junto dos leitores.

A minha conclusão é que só nos interessa participar nas Feiras do Livro de Lisboa e do Porto se ajudarem a promover o livro em geral. Não por cada editora a promover os seus títulos e autores, mas por todas as editoras a promoverem o livro em geral.

A Feira não deve ser uma feira, deve ser uma festa.

Uma festa, porque serve para estimular o aumento sustentado do consumo de livros, começando com as crianças que vão em visitas de estudo organizadas à festa. Uma festa que contribui para aumentar o valor do mercado do livro – que contribui para que haja mais procura de livros em geral, e com isso vender-se-ão mais livros em geral, e o retalho venderá mais livros, e nós venderemos mais livros (no retalho, não na feira).

No entanto, por ser uma festa cara, admito que só conseguimos participar nela se houver uma componente de feira para fazermos vendas directas ao público. E até aceito que os maiores grupos editoriais, para poderem investir mais na festa, criem autênticas lojas que multiplicam o seu potencial de vendas em relação aos pavilhões mais tradicionais, mas que são elas próprias, pela animação permanente, festas.

Nesta perspectiva, pelos benefícios indirectos para todo o mercado e não pelos directos para a editora, a festa vale a pena. A FESTA, não a Feira!